sábado, 31 de março de 2012

Arroxeado


Está tudo arroxeado


Flor do maracujá (passiflora alata)

Significado do Roxo

Mistura equilibrada entre o vermelho e o azul, o roxo representa o mistério, expressa sensação de individualidade e de personalidade associada à intuição e ao contato com o todo espiritual. É aconselhável para locais de meditação.

Desfrute dos benefícios dos roxos

Os vegetais e frutas roxos têm recebido destaque graças a descobertas recentes que evidenciaram as propriedades nutricionais dos pigmentos que lhe conferem a cor. Estes pigmentos, pertencentes ao grupo dos flavonóides, são chamados antocianidinas e exercem diversas funções bioquímicas no organismo. De um modo geral, as antocianidinas podem ajudar na prevenção de doenças como câncer, diabetes, hipertensão, doenças cardiovasculares. 

Os alimentos roxos também possuem antioxidantes, que evitam que os radicais livres agridam as células. Na prática, isso significa cabelos, pele e unhas mais bonitos, além de mais disposição e vitalidade.

Podemos encontrar as antocianidinas nos vegetais roxos como a cebola, berinjela, repolho e nas frutas como uva, ameixa, figo, amora, jabuticaba, framboesa, açaí, mirtilo, cereja, e pitanga. 

http://www.diabetenet.com.br/


Caia de boca





Cebola


Berinjela


Repolho


Uva 


Ameixa


Figo


Amora


Jabuticaba 


Framboesa


Mirtilo




Quaresmeira, sua flor anuncia a Páscoa

Cada um tem a sua quaresmeira na memória.


Quaresma


Os fiéis são convidados a fazerem uma comparação entre suas vidas 
e a mensagem cristã expressa nos Evangelhos. Esta comparação 
significa um recomeço, um renascimento para as questões espirituais 
e de crescimento pessoal. O cristão deve intensificar a prática dos 
princípios essenciais de sua fé com o objetivo de ser uma pessoa 
melhor e proporcionar o bem para os demais. A quaresma vai a até a 
páscoa quando o Senhor ressuscita.


 Que Deus nos ajude a sermos pessoas melhores para nós mesmos e para nossos irmãos.
 Maria Célia

















quarta-feira, 28 de março de 2012

Pirlimpimpim

Pirlimpimpim


“As fadas são uma espécie de seres, parcialmente materiais, parcialmente espirituais, com o poder de mudarem a sua aparência e de, conforme a sua vontade, serem visíveis ou invisíveis para os seres humanos”. Joseph Ritson


As fadas também são conhecidas como sendo as fêmeas dos elfos. O termo incorporou-se a cultura ocidental a partir dos assim chamados "contos de fadas". Nesse tipo de história, a fada é representada de forma semelhante à versão clássica dos elfos de J.R.R. Tolkien, porém apresentando "asas de libélula" nas costas e utilizando-se de uma "varinha de condão" para realizar encantamentos.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Sininho e suas asas de libélula
Sininho 
É uma fada travessa, mas leal acompanhante de Peter Pan. Em uma famosa cena, Sininho morreria se uma quantidade suficiente de pessoas não acreditasse em fadas. O seu maior sonho é "ter o tamanho de um ser humano normal, para poder abraçar Peter Pan", por quem é platonicamente apaixonada. 
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.



Quantas vezes precisamos do pirlimpimpim para tornar nossos projetos mais coloridos?





Sininho sacudinho as asas...?


Há quem sacuda suas asas mágicas para nós de uma maneira surpreendente e generosa. E... tudo fica encantado! 



Agora... Está tudo azul...

"A gratidão é a  memória do coração"
 Antístenes (discípulo de Sócrates)





segunda-feira, 19 de março de 2012

Silêncio





Estou ausente da rede social algumas semanas. Permiti-me um silencio exterior para re-pensar. Interiormente não me silenciei, fiz um movimento contrário no sentido de refletir e metabolizar. Acho que todo pensamento devia passar por um filtro antes de ser guardado.

Gostaria de compartilhar o que é dito no vídeo “Wear Sunscreen”:



Perdi uma amiga como uma borboleta que se libertou do casulo que estava fazendo-a sofrer muito.  Ela lutou mais de três anos pela recuperação do marido que ficou sem andar e com graves seqüelas de um problema com repercussões neurológicas. Seu grande “gol” era ver o esposo sair da cadeira de rodas. Quando ele se restabeleceu e começou a andar de bengala, ela fez o “gol” que tanto desejou, mas sucumbiu a um câncer. Dia 11 passado, simplesmente voou. E, já estou com saudade, mesmo tendo sua companhia dentro de mim. Felizmente, ninguém vai por inteiro e é muito bom quando os que vão (e os que ficam) nos deixam boas lembranças.


"A alma é uma borboleta... há um instante em que uma voz nos diz que chegou o momento de uma grande metamorfose..."  Rubem Alves                                                                                                                                      

Estes momentos me fazem refletir sobre o que vale a pena na vida e sobre tudo aquilo que deixamos de fazer por causa do aceleramento que nos impingimos no dia a dia. Desacelerar é preciso, eu sei. Mas, parece que estou sempre ligada na tomada e custo a me aquietar antes de deitar a noite para dormir.

Sabe aquela letra de música “Ando devagar porque já tive pressa”? É o que sinto. Vídeo “Tocando em frente”, com Almir Sater.

 

Além disso, penso no impacto causado pela revolução da tecnologia da informação. Não estou dando conta do que aparece a todo instante e procuro me acalmar para não embarcar no tsunami que acontece por aí. Esta avalanche de dados proveniente da “Era do Conhecimento” às vezes nos desvia dos nossos objetivos mais importantes.

Já que tudo fica, por quê isso?... Tudo que cuidamos materialmente e que é objeto de preocupações, fica. Levamos experiências e aprendizado e isso ninguém pode nos tomar. Somente com o tempo, conseguimos perceber que a horizontalidade é aqui e a verticalidade é lá e, na convergência das duas linhas, no encontro entre o Céu e a Terra, está o Divino e o humano.

O que norteia essa dinâmica que faz com que corramos sem fôlego, perdendo de vista a nós mesmos? Quantas fugas não percebidas.





E este mundo contemporâneo, devido à globalização e aos valores que imperam cobra das pessoas competitividade, ganância, conexão com a atualidade, sem o que dançamos mesmo sem música. Isto tem apresentado um aumento da ansiedade e angústia, sintomas do estresse, que é o corpo submetido à tensão.


Um teste de estresse psicológico distribuído para 100 pessoas “conectadas” revelou que muitas delas haviam se tornado tão viciadas em socialização virtual que se sentiram estressadas e até infelizes... Tal fato pode gerar queda significativa na qualidade de vida e, por isso, já está no radar dos médicos e psicanalistas como um novo distúrbio psicológico. Revista Galileu


A maioria de nós ou vive ansiosamente tentando antecipar os acontecimentos vindouros, ou revirando mentalmente o passado. Muitos dos nossos esquecimentos, falhas, e problemas, de um modo geral, são originados da nossa ausência do presente.

Estamos tensos, mas talvez não sejamos. O corpo fala, ele é uma espécie de sensor que acusa as atitudes inadequadas que persistimos em manter e que desencadeiam a desarmonia interior, causando doenças.

Somado a isso, e o nosso Rio de Janeiro? Com todo sol, praia e belezas naturais é o estado do Brasil que mais vende ansiolíticos.


Canoa furada




“Quando embarcamos numa canoa é porque decidimos atravessar um rio, um lago, um mar. Na travessia, poderemos ser surpreendidos se a canoa estiver furada e, provavelmente, não chegaremos ao destino. Mesmo pequeno, o furo ameaça a certeza de chegar aonde queremos”.



Destampe-se...

Lightpainting feito ao vivo no workshop de iluminação de produtos no SESC Gama em 06/08/2011 para o mês da fotografia, organizado pela Lente Cultural.



Destampar e romper o lacre são verdadeiros desafios.


Somos compelidos a um realinhamento para compreender e organizar o que está dentro de nós a fim de que imagens e questões guardadas saiam. Destampar e deixar sair, esvaziar.

Desapegar antes de “arrumar gavetas”, símbolo este carregado de significados. E, são tantas gavetas... Como as da escultura "Vênus de Milo de Dalí.

Gavetas, tema recorrente na obra de Dalí, que se inspirou nas teorias psicanalíticas de Sigmund Freud, para pintar seus célebres quadros “O Contador Antropomórfico”, “Girafa em Chamas” ou “Espanha”. 




“A única diferença entre a Grécia imortal e a época contemporânea é Freud, que descobriu que o corpo humano era puramente neoplatônico na época dos Gregos, está hoje cheio de gavetas secretas que só a psicanálise é capaz de abrir”    Salvador Dalí





Gavetas Secretas


dali-salvador-1904-1989-sp “Venus de Milo”





Fotografía cedida en donde se observa la obra de Salvador Dalí, "Venus de Milo atravesada con cajones" concebida en 1964 y que mide 114 centímetros de alto que formará parte de una colección de más de doscientas obras del artista, entre ellas cerca de setenta esculturas, que abre sus puertas en Miami. Foto: Vanguardia-EFE












Tela de Dali “Espanha” datada de 1938.

Nesta obra de Dali, podemos ver uma gaveta aberta onde o pintor pretende demonstrar que basta abrir uma gaveta para deixar sair os odores nauseabundos da guerra, numa alusão aos horrores da Guerra Civil Espanhola.




“Gavetas” e... “Mudanças”


Vamos abrir uma janela para entrar luz e iluminar nosso mundo interior. Assim, conseguiremos enxergar o que ali existe.

Maria Célia

segunda-feira, 5 de março de 2012

Nem 8 Nem 80

Nem    














                              Nem








Dentre as lembranças palpáveis que meu sogro nos deixou há uma balança antiga da época em que não existiam supermercados e os alimentos eram comprados em vendas. Ele também teve uma venda onde tudo era pesado em balanças mecânicas. De um lado colocava-se um peso e do outro a mercadoria. Quando a balança entrava em equilíbrio era sinal de que o peso dos dois lados era igual. O ponteirinho que indicava o ponto de equilíbrio era chamado de o fiel da balança. Esta expressão "fiel da balança continua sendo usada até hoje.




As balanças mais antigas tinham dois pratos de metal equilibrados por suportes que faziam a medição através de pesos de ferro com medidas de gramas, meio quilo, um quilo... Quando o pino central (fiel da balança) se alinhava, com a marca do centro da balança, o peso estava aferido. Depois de pesada a conta era anotada numa caderneta e, no final do mês, é que se pagava.

Afinal, em que consiste o equilíbrio?






Boa parte dos nossos problemas tem sua origem na não-observação de um princípio universal: o Equilíbrio. É universal porque se aplica a tudo, regula e orienta comportamentos e decisões.

 




Do ponto de vista físico, o equilíbrio está relacionado com o fato de um objeto ou sistema manter suas propriedades inalteradas ao longo do tempo. (foto: Anatoli Styf/ Sxc.hu)


Embora a procura pelo equilíbrio seja algo importante em nossas vidas, são os desequilíbrios que promovem as transformações, seja nos processos físicos, seja em nosso cotidiano. No caso dos processos físicos, essas mudanças seguem leis naturais. Quanto a nós, temos a capacidade de escolher os caminhos que queremos tomar. Mas, se tudo no universo estivesse em equilíbrio, não estaríamos nem aqui para pensar sobre essas questões. Adilson de Oliveira Departamento de Física Universidade Federal de São Carlos


O CAMINHO DO MEIO 




Caminho do Meio é uma expressão que sugere evitar os caminhos extremos.

Os gregos antigos ensinavam a temperança, a prudência, o bom senso, a moderação, a modéstia como um estado de espírito calmo e são. Esta era uma virtude que se contrapunha ao excesso, orgulho, insolência, impetuosidade, desenfreio, ultraje, insulto, desespero, violência. Nada em excesso.

EXCESSOS 



                      Nem


Nem


Esta expressão remonta à Merkabah  (a numerologia da Cabala judaica), em que o 8 indica o 

extremo da preocupação com aspectos irrisórios da vida, ao passo que o 80 representa o outro 

extremo com coisas que transcendem as possibilidades individuais. 

Fonte: Bonder, Milton, A Origem Cabalística de Algumas Expressões do Português, in Revista do Clube A Hebraica, outubro de 2005.

A difícil arte de ser mulher

 “Na história e na literatura, a mulher foi considerada culpada desde tempos imemoriais”
Márcia Tiburi


NOSSA CULPA, NOSSA CULPA, NOSSA MÁXIMA CULPA...

“Mostre uma mulher que não sinta culpa, e eu apontarei um homem”.
Erica Jong




Há dois componentes para explicar a culpa feminina. O primeiro vem da biologia, como resumiu a escritora americana Erica Jong numa de suas frases mais famosas: “Mostre uma mulher que não sinta culpa, e eu apontarei um homem”.

O segundo componente tem origens sociais. “Algumas mulheres desistem, acreditando que foi uma opção. Não foi”, afirma Regina, do Insper. “Muitas vezes, desistir da carreira é uma defesa feminina para o fato de que não são oferecidas opções para a mulher driblar os obstáculos da vida doméstica.”

 “Na história e na literatura, a mulher foi considerada culpada desde tempos imemoriais”, afirma a filósofa Márcia Tiburi. Na Bíblia, é ela quem provoca a expulsão de Adão do Paraíso, por dar ouvidos à serpente. Na mitologia grega, é quem abre a caixa de Pandora, liberando todos os males do mundo.

Nada de errado em renunciar a algum aspecto da vida quando a escolha é consciente e autônoma. Pelo contrário. “A mulher precisa entender que o equilíbrio pode implicar fechar alguns caminhos, perdas”, diz a psicanalista Walkiria Helena Grant, da USP.

Não dá para ser “supermulher”, por mais que todas tentem e sofram com isso. O termo faz referência à figura do herói dos quadrinhos Super-Homem, mas foi usado em contexto sério pela escritora americana Marjorie Hansen Shaevitz. Em 1984, ela descreveu a síndrome da supermulher, no livro de mesmo nome. Fez sucesso ao criticar a ilusão de que a mulher deve sobressair tanto nos traços naturalmente femininos (como carinho ou beleza) quanto nas características atribuídas aos homens, como segurança e sucesso profissional. http://revistaepoca.globo.com






DESACELERAR...


“Na vida há algo mais importante que incrementar a sua velocidade”.
Gandhi









Não sou perfeita. Você é?



 "Não sou perfeita" - Texto  de Martha Medeiros

 "Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é
possível, me ofereço como piloto de testes. Sou a Miss Imperfeita, muito prazer.
Uma imperfeita que faz tudo o que precisa fazer como boa profissional, mãe e
mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao
supermercado três vezes por semana, decido o cardápio das refeições, levo os
filhos no colégio e busco, almoço com eles, estudo com eles, telefono para minha
mãe todas as noites, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago
minhas contas, respondo a toneladas de E-mails, faço revisões no dentista,
mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa,
providencio os consertos domésticos, participo de eventos e reuniões ligados à
minha profissão e ainda faço escova toda semana - e as unhas! E, entre uma coisa
e outra, leio livros.
Portanto, sou ocupada, mas não uma workaholic. Por mais disciplinada e
responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres. Primeiro: a
dizer NÃO. Segundo: a não sentir um pingo de culpa por Dizer NÃO. Culpa por
nada, aliás.
Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua lista a
Culpa Zero.
Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe
apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os
outros. Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que
desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse
direitinho.
Você não é Nossa Senhora. Você é, humildemente, uma mulher. E, se não
aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye Vida interessante. Porque
vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente
correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar
para si a falsa impressão de ser indispensável.
É ter tempo. Tempo para fazer nada. Tempo para fazer tudo. Tempo para
dançar sozinha na sala. Tempo para bisbilhotar uma loja de discos. Tempo para
sumir dois dias com seu amor. Três dias. Cinco dias! Tempo para uma massagem.
Tempo para ver a novela. Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora
de produtos de beleza. Tempo para fazer um trabalho voluntário. Tempo para
procurar um abajur novo para seu quarto. Tempo para conhecer outras pessoas.
Voltar a estudar. Para engravidar. Tempo para escrever um livro que você nem
sabe se um dia será editado. Tempo, principalmente, para descobrir que você
pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.
Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela
quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal. Existir, a que
será que se destina? Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.
A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não
for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada. Está
tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem. Precisa respeitar o mosaico de
si mesma, privilegiar cada pedacinho de si. Se o trabalho é um pedação de sua
vida, ótimo!
Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente.
Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir. Desde
que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa
independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em
casa, espiando a vida pela janela.
Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o
hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C.
Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente,
está precisando rever seus valores. E descobrir que uma bolsa de palha, uma
pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado)
podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é,
afinal, uma vida Interessante".

We can do it!


8
Dia Internacional da Mulher.


Não vamos esconder o que temos de ternura e de doçura dentro de nós. Preservemos nossa feminilidade, deixando de lado a virilidade que muitas tentam (e conseguem) incorporar em seu interior.

Afinal, somos MULHERES.

Maria Célia